Visita de estudo ao Museu de História Natural de Paris

Nos dias 19, 20, 21 e 22 de janeiro de 2012, os alunos de geologia do 12.º ano partiram à descoberta de Paris.

Saímos do Aeroporto da Portela, quando passavam 300 segundos das 14 horas e, após 7200 segundos de viagem, chegámos ao aeroporto internacional Charles de Gaulle. Após o jantar, nada melhor que um “crêpe au chocolat”, experiência que se repetiu diariamente até ao nosso regresso.

Dia 20, ao primeiro despertar em terras de Napoleão, seguiu-se outra viagem panorâmica pelos túneis do metro, em direção ao Museu de Paleontologia e Anatomia Comparada. Perante um amontoado de rochas “velhas” e ossos empilhados organizados, conhecemos algumas espécies que existiram desde os primórdios da vida até à atualidade. Após o primeiro momento científico, e enquanto se compravam os primeiros “souvenires”, nada melhor que um jogging matinal pelo jardim botânico do museu de história natural.

O almoço, já na Grande Galeria da Evolução, e após a professora Ana Sílvia Malhado ter delirado com as 4500 (valor obtido a “olhómetro”) borboletas, conseguimos finalmente visitar o resto do museu. Depois do lanche, e passeando à chuva junto ao Sena (não é para todos, só para os de geologia), visitamos a catedral do corcunda, a Notre-Dame. Finalmente encontrámos o porta chaves que se tinha perdido, e jantámos no bairro de St. Germain, onde a experiência de comer umas lascas de carne, envolvidas em pão ázimo, com alface e batasts fritas, banhadas por um molho qualquer, preparados um cozinheiro grego, com aspeto turco, foi deliciosa. Foi aqui que descobrimos que tinha viajado connosco um espanhol louro em convalescença dos resultados da Taça da Liga. Para finalizar a noite, um passeio noturno até à Bastilha, embora o objetivo primário era dirigir-nos à praça da República.

Dia 21, novo despertar em terras gaulesas, e após abastecermos as mochilas no “supermarché ATAC”, descemos a avenida dos Champs-Élysées, onde as “madames” faziam as contas aos trocos dos saldos, e dirigimo-nos à igreja da Madeleine, onde tivemos o privilégio de presenciar um concerto de órgão de tubos. De seguida, visitamos a pirâmide do museu do Louvre, a Torre Eiffel e finalmente visitámos o Museu quai Branly, um museu de antropologia.

 Dia 22, de manhã, visitámos o Sacré Coeur e fomos conviver com os artistas de Montmartre. A não interação social com a cultura afro-marroquina e a não compra da pulseira do amor, resultou numa nefasta e trágica praga à nossa companheira de viagem de 160 cm, com três dias de azar e azia. Tudo por causa de uma pulseira.

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